DESTINO POLÍTICO DO EX-PREFEITO DE TRAJANO RODRIGO VIANA SERÁ DECIDIDO PELA CÂMARA MUNICIPAL

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O futuro político do ex-prefeito Rodrigo Viana está prestes a ser decidido. Após a rejeição das contas referentes ao exercício de 2023 pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), caberá à Câmara Municipal de Cordeiro votar, ainda neste mês de outubro, se mantém ou derruba o parecer do Tribunal.

Nos bastidores, o clima já começa a se desenhar. Os vereadores Carlos André e Gabriel Furtado teriam sinalizado voto contrário à aprovação das contas, reforçando a posição alinhada ao parecer do TCE. A vereadora Ísis Bechara preferiu adotar uma postura mais cautelosa: declarou que ouvirá seus eleitores antes de definir seu posicionamento. Já o vereador Daniel confirmou que votará pela aprovação das contas do ex-prefeito.

Enquanto isso, os vereadores Sávio Diniz, Mônica Tannos, Juju, Isaías Nogueira e Guilherme Lages ainda não se manifestaram publicamente sobre o tema, mantendo em aberto a definição dos votos que podem ser decisivos no resultado final.

Um julgamento com forte impacto eleitoral

A votação não trata apenas de um parecer técnico: ela pode redefinir o tabuleiro político de 2028.

  • Caso as contas sejam aprovadas, Rodrigo Viana permanecerá elegível e poderá surgir como um nome competitivo para disputar novamente a Prefeitura, consolidando-se como uma possível “terceira via” no cenário político local.

  • Se as contas forem reprovadas, o ex-prefeito ficará inelegível, abrindo espaço para novos arranjos e alianças políticas. Nesse cenário, Rodrigo poderá optar por apoiar Rildo, repetindo a aliança firmada em 2024, ou apostar em um novo nome — como Matias, seu ex-vice, embora ambos não tenham caminhado juntos na última eleição.

A decisão dos vereadores, portanto, vai muito além de uma análise contábil: ela define os rumos de alianças, candidaturas e estratégias para a disputa municipal de 2028.

👉 A votação está prevista para ocorrer ainda neste mês, e o Fala Região acompanhará de perto cada movimento dos parlamentares.